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28 de dezembro de 2008

Pérola jornalística

O jornal Domingo fez a sua escolha das figuras do ano. No Editorial é explicado o porquê de uma escolha esclarecendo que por vezes a escolha é fruto de discussões acaloradas mas que desta vez, porém, nem foi necessária a discussão. O Consenso foi geral e rápido.
E qual foi o principal critério em que assentou a escolha? Esse critério foi o papel que as personalidades em apreço desempenharam para o desenvolvimento da Humanidade em geral e dos seus países em particular. Por outras palavras, para o desenvolvimento da pessoa humana, raíz, razão de ser e fim último dos Estados e da Comunidade Internacional organizada.
E os escolhidos foram... Obama e Armando Guebuza!! Um e outro são heróis da luta de libertação do humano, reagindo contra o desânimo, construindo auto-estima!
Editorial
Domingo - 28 Dezembro/2008

29 de novembro de 2008

Equilíbrio emocional

Temo seriamente pelo equilibrio emocional dos moçambicanos...
Logo após a eleição de Barack Obama, um concerto do Pedro Abrunhosa em Maputo!
É demais!

10 de novembro de 2008

Mondlane e Obama


Carta de um leitor
Notícias - 10 Novembro/2008

29 de outubro de 2008

Pérola jornalística

Obama a um passo de mudar América
Os Estados Unidos da América (EUA) estão a viver momentos revolucionários ímpares, na sua longa história como nação. Estão a fervilhar sob o efeito do "factor Obama", o primeiro negro americano a vislumbrar os degraus da Casa Branca, a residência oficial dos Presidentes norte-americanos.
(...) Ambos [Obama e McCain] têm ideias brilhantes sobre como resolver os inúmeros problemas económicos, financeiros, sociais e de imagem, dos Estados Unidos dentro e fora do país. Ambos colocam os interesses nacionais acima dos seus próprios interesses e, desde que a campanha começou, há mais de uma ano, estão a calcorrear o imenso país, de 50 estados federados, a explicar o seu programa, as suas ideias de mudança e a forma como, em caso de serem eleitos, implementariam tais ideias.
(...) Abstraindo-nos do que cada um diz ou deixa de dizer sobre o outro, as coisas, no terreno, sugerem que Barack Obama leva vantagem sobre o seu adversário, e a sua juventude, intelectualidade e carisma político fazem dele um novo fenómeno na política americana, uma espécie de revelação de um pçotencial da nação americana, até há pouco tempo, desconhecido do seu público.
(...) Barack Obama não é, apenas, visto como um simples candidato às presidenciais.
(...) É, de facto, uma espécie de movimento de libertação dos Estados Unidos, dos seus complexos históricos seculares, como um país que, até há pouco tempo, historicamente falando, recusava aos negros os direitos de cidadania americana, isto para não recuar à longa noite de escravatura oficial, que só foi abolida pela décima terceira emenda constitucional, ratificada em Dezembro de 1865, portanto, há escassos 143 anos.
(...) Milhares dos que apostam em Barack Obama nunca leram uma linha sequer, das suas propostas de política económica, social, de saúde, ou de educação. Eles confiam na sua poderosa mensagem de mudança e na possibilidade de a sua liderança carismática lhes devolver maior prestígio e segurança, enquanto cidadãos americanos que são, dentro e fora dos Estados Unidos.
(...) Apenas uma adversidade milagrosa de última hora poderá impedir Barack Obama de chegar à Casa Branca, pois todos os números e sentimentos de milhões de almas americanas conspiram a favor da concretização dessa façanha histórica.
E a chegada de Obama à Casa Branca terá um impacto mundial paradigmático, que vai mudar, em definitivo, a maneira como os Estados Unidos vêem o mundo e como eles são, realmente, vistos e analisados pelo mundo fora.
(...)
Salomão Moyana - Editorial
Magazine Independente - 29 Outubro/2008