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16 de março de 2009

Desânimo

O Canal de Moçambique insere hoje duas notícias relativas ao distrito de Funhalouro, província de Inhambane.
Uma relacionada com o abate ilegal de madeira.
Segundo o director distrital dos Serviços de Actividades Económicas, os serradores ilegais no distrito são introduzidos em locais onde existe madeira de qualidade, para posterior abate indiscriminado, por pessoas da comunidade.
Para o mesmo responsável não é possível controlar esses ilegais por falta de meios de transporte para trabalhar: “Temos uma única viatura que se encontra com problemas como também nos falta combustível”. A notícia esclarece que os serviços têm para suprir as suas necessidades mensais e manter o património um orçamento de 43.000,00 MT.

Outra sobre a distribuição de gado bovino para utilização na agricultura.
O mesmo responsável pelos Serviços de Actividades Económicas informou que nem todos os camponeses do distrito vão receber gado bovino para lavrar as suas culturas porque não sabem elaborar projectos para aquisição dos animais,
Os camponeses devem elaborar projectos para aquisição de gado bovino para tracção animal que permita a operação de charruas. Caso não os façam dificilmente terão os animais para lavrar as suas culturas,
garantiu.

8 de janeiro de 2009

Madeiras moçambicanas

Segundo a Direcção Nacional de Florestas e Terra (DNFT), instituição ligada ao Ministério da Agricultura, Moçambique deverá obter entre 35 a 50 milhões de dólares/ano durante os próximos cinco anos resultantes da exportação de madeira.
Em finais de 2008, o Fundo Mundial para a Conservação da Natureza (WWF) anunciou o desembolso anual de cinco milhões de dólares para reflorestamento do país em vias de desertificação devido ao abate clandestino de várias espécies arbóreas.
O projecto de reposição das espécies em vias de extinção tem a duração de cerca de 10 anos e abrange a umbila, chanfuta e pangapanga.
A fase experimental daquele programa arrancou em 2007, altura em que aquela organização ambientalista aplicou cerca de 175 mil dólares para a reposição de uma área de aproximadamente 67 mil quilómetros quadrados na região de Chiguenhene, na província de Manica, que tinha sido destruída devido a cortes ilegais de madeira.
Ver notícia completa aqui.